26/11/2019

Gnocchi com Sabores do Mar [camarão e espinafres]


Não sei bem como foi isto acontecer, mas a minha impressão é a de que há dois meses estava num dia verão (deprimido, mas verão) e, de repente, na manhã seguinte, acordei num inverno que não mais deu tréguas.
No Porto chove ininterruptamente há três semanas. Os dias tornaram-se subitamente curtos e sombrios e as noites demasiado gélidas.
A única parte boa é que pude dar como inaugurada a temporada da comfort food, que encontra em mim uma grande entusiasta na preparação de receitas, sobretudo quando tenho os ingredientes certos à mão.

A PARMALAT lançou uma nova nata, a Sabores do Mar,* para combinar com pratos que nos lembrem as ondas, sal, crustáceos e peixe fresco a morder a costa.

Quando idealizei uma receita, estive indecisa entre uma fish pie cujas fatias não conseguimos sequer esperar que arrefeçam e um prato de gnocchi, cheio de superalimentos, que nutre e revigora até a alma - mas este post revela já qual foi a minha escolha.

*Nota importante (na verdade, este foi também o resultado de um teste): fiz a mesma receita apenas com molho de tomate e com molho de tomate e natas Sabores do Mar. Estavam quatro pessoas à mesa. Adivinhem? Todas preferiram a versão que continha natas. 

Outra coisa de que só agora me lembrei e gostava de vos sugerir: este prato com alga noori deve ficar in-crí-vel, só vos digo.

P.S. Faço a fish pie para a próxima? :)




INGREDIENTES

500 g de gnocchi fresco
2 dentes de alho finamente picados, sem gérmen
Azeite virgem extra q.b.
250 g de miolo de camarão calibre 40/60*
1 colher de café de pimentão doce
Sal e pimenta preta q.b.
2 tomates partidos em pequenos cubos
5 folhas de manjericão fresco (opcional)
1 pacote de nata Sabores do Mar PARMALAT
2 mãos cheias de espinafres baby leaf
Queijo parmesão ralado q.b.
Pinhões q.b.
Orégãos secos q.b.

*em alternativa, se preferir, pode usar presunto fatiado


PREPARAÇÃO
  1. Coza os gnocchi num tacho com água fervente temperado com sal, seguindo as instruções da embalagem. Reserve.
  2. Enquanto isso, num wok, aqueça um fio de azeite. Junte um dente de alho picado, o miolo de camarão, o pimentão doce, a pimenta preta e o sal e salteie por cinco minutos. Reserve.
  3. Sem lavar o wok, aqueça um fio de azeite e junte um dente de alho picado. Quando começar a alourar o alho, acrescente o tomate e as folhas de manjericão e salteie por três minutos.
  4. Adicione a nata Sabores do Mar PARMALAT, os gnocchi e o camarão reservados. Envolva delicadamente por um minuto.
  5. Distribua o preparado por pratos côncavos e polvilhe com queijo parmesão ralado, pinhões torrados e orégãos a gosto. Sirva de imediato.

Boa semana ♥

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18/06/2019

Quiche integral de camarão, legumes e manjericão | Especial Parmalat



Este fim de semana, em trabalho por Lisboa e a dividir mesa sempre com colegas diferentes, vários me perguntaram, com um tom que oscilava entre o espanto e a estranheza, porque é que eu deixei de comer carne. 

Já havia escrito sobre isso aqui no blogue. 

Desde o final de 2017 que não como carne. Alegra-me pensar que cuido e contribuo para o equilibrio desta casa em que vivemos, que é o Planeta, e que o facto de eu não ingerir carne compensa aquele meu amigo ou colega que come muito mais do que devia. Mas a equação é tão simples quanto a decisão, porque a liberdade funciona para os dois lados: eu sou livre de não comer; a outra pessoa é livre de gostar e de comer.

Em teoria, isto só serve para dizer que as receitas que crio e partilho aqui convivem em harmonia com o meu estado vegetariana flexível (porque eu continuo a comer peixe, ovos e lacticínios). 

Assim, quando a Parmalat me convidou a criar uma receita usando a nova nata com tomate, idealizei algo leve, saudável e nutritivo. Para mim, tomate rima com manjericão e, apesar de ter um problema (grave) na domesticação das ervas aromáticas  - elas não se dão comigo, ou aqui em casa, tanto faz -, o manjericão vem resistindo. Oxalá que por muito tempo.
Há qualquer coisa de deliciosamente viciante naquele aroma fresco e no travo apimentado que nos deixa a boca em festa.

E não sobrou fatia para contar a história.






INGREDIENTES

Para a massa:

200 g de farinha de espelta integral
50 g de manteiga magra, sem sal
30 g de azeite virgem extra
45 ml de água
½ c. de chá de sal
½ c. de chá de açúcar amarelo

Para o recheio:

Azeite q.b.
250/300 g de camarão calibre 20/40
2 dentes de alho, picados
½ cebola, laminada
1 curgete, em pequenos cubos
1 cenoura, ralada
½ pimento vermelho, em pequenos cubos
1 mão cheia de cogumelos frescos, laminados
6-8 folhas de manjericão
Sal e pimenta preta q.b.
3 ovos
1 pacote de nata com tomate PARMALAT


PREPARAÇÃO

Da massa:
  1. Junte numa taça todos os ingredientes e amasse vigorosamente até obter uma massa homogénea; 
  2. Coloque um quadrado de papel vegetal na bancada da cozinha, polvilhe com farinha e estenda a massa com um rolo. Transfira para uma tarteira de fundo amovível e pique a base da massa com um garfo. Reserve.
Do recheio:
  1. Pré-aqueça o forno a 200 ºC (sem ventoinha);
  2. Aqueça um fio de azeite numa wok e junte 1 dente de alho. Acrescente o camarão, sal e pimenta e salteie por 5 minutos. Reserve;
  3. Sem lavar, na mesma wok, coloque agora um fio de azeite e junte a cebola e o alho. Deixe refogar. Acrescente a curgete, a cenoura e o pimento e salteie por 5 minutos. Junte os cogumelos e o manjericão, tempere e cozinhe por mais 3 minutos. Por fim, junte o camarão e envolva. Reserve;
  4. Numa taça, bata os ovos com a nata PARMALAT, misturando bem;
  5. Coloque o preparado de legumes e camarão sobre a base da massa, espalhando uniformemente;
  6. Verta a mistura de ovos e natas e leve ao forno por, aproximadamente, 15-20 minutos, até apresentar um tom dourado;
  7. Sirva a quiche quente ou fria, com uma salada a acompanhar.

Boa semana ♥

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25/12/2018

Feliz Natal! [um balanço e duas receitas]

Queridos todos, 

em pleno dia de Natal, um desvio fugaz a este cantinho especial para vos agradecer por cada minuto que passaram aqui ao longo de 2018. Do fundo do meu coração e sem qualquer lamechice: MUITO OBRIGADA!

Para mim, foi um ano de mudanças, de novas amizades, de um emprego que me realiza muito, de conquistas inesquecíveis, de muitos livros, de férias e de lugares que me mudaram, mas também de muitas horas roubadas à família, de pouco descanso e, ainda assim, de muitas coisas que ficaram por fazer.

Para 2019, cá em casa, decidimos escrever num papel cinco ideias/planos que queremos ver concretizados neste novo ano. Além da motivação adicional de se porem por escrito sonhos tangíveis, o objetivo é partilhá-los para que cada um de nós apoie o outro a alcançá-los: se queres ir rápido vai sozinho, se queres ir longe vai acompanhado.
Deixo a dica caso queiram replicar.

26/10/2018

O meu filho não come legumes. E agora? | O Espaço da Nutricionista



“Não gosto de legumes.” “Não quero sopa.” “Só gosto de maçãs e cenouras.” “Não gosto nada de espinafres!”
Estes são só alguns exemplos do que a maioria dos pais está habituado a ouvir principalmente em relação aos hortícolas, mas, por vezes, também à fruta. De facto, para muitas crianças, o consumo de fruta e legumes não é um hábito adquirido.

Segundo um estudo recente apresentado pela Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI), 3 em cada 4 crianças entre os dois e os dez anos come menos de 5 porções de fruta e legumes por dia. Isto faz-nos pensar como é importante criar mecanismos para combater esta situação.

Hoje, partilho algumas estratégias para facilitar o vosso dia-a-dia.

Assim, de que forma é que em casa podemos fazer com que as crianças comam mais fruta e legumes?

Primeiro conselho: introduzir sempre fruta ao pequeno almoço. Começar o dia com uma peça de fruta é uma excelente estratégia, pois pode surgir em várias receitas (papas de aveia, purés, fruta laminada).

Nos lanches para a escola também podem entrar alguns legumes, como, por exemplo, o tomate cherry, cenouras e pepinos baby como petiscos, ou, então, alface, rúcula, espinafres como enriquecimento do recheio do pão.

Mas, e quando o problema é mesmo nas refeições principais? Em primeiro lugar envolver as crianças na planificação das refeições e na confeção das mesmas, pode ser uma mais valia no momento da refeição - e se tem um verdadeiro mini chef aí em casa não perca os nossos workshops de comida saudável para crianças (no Todos P'ra Mesa temos um no dia 3 de novembro para crianças entre os 7 e os 12 anos, com jantar incluído).

Inserir os legumes diretamente nas receitas - bacalhau, batata doce e espinafres, esparguete com creme de abóbora, presunto e parmesão ou, até, tarte integral de beterraba e feta e húmus de grão -, muitas vezes torna a tarefa mais simples.

Criar um mapa de consumo de legumes, onde registam os legumes novos que a criança aceita experimentar, criando metas. Por exemplo, este mês o objetivo é provar dois legumes novos três vezes e comer novamente um legume que pensamos não gostar.

Espero que estes pequenos conselhos sejam úteis para o vosso dia a dia. Partilhem connosco as vossas estratégias.
Além do trabalho em casa, acredito também que a escola também tem um papel muito importante no incentivo ao consumo destes alimentos. Na escola, quando motivadas para tal, as crianças estão mais predispostas a provar novos alimentos, pois a influência do grupo de pares fala mais alto. Mas quanto à alimentação nas escolas, falamos noutro post. 

Já agora, sou suspeita, mas acredito que inscrever os miúdos numa atividade extracurricular de educação alimentar pode ajudar em todas estas questões.


Catarina Trindade
Nutricionista | Todos P'ra Mesa

22/10/2018

Salada quente de couve-flor, pescada, coentros e especiarias | Especial Parmalat



Para celebrar o Dia Mundial da Alimentação, a Parmalat desafiou-me a criar uma receita usando o novo molho béchamel isento de glúten e com menos 50% de gordura.

Querendo fugir um bocadinho ao óbvio - ainda que delicioso mundo das lasanhas e cannellonis -, preparei uma salada quente de couve-flor, pescada, coentros e especiarias que é, para mim, o exemplo perfeito de comfort food.

Este novo molho tem uma textura tão cremosa quanto a versão clássica com a vantagem de ser apto para intolerantes ao glúten e não pesar na consciência a quem pretende seguir uma dieta equilibrada. Os meus legumes ganharam uma nova e ainda mais saborosa vida e o estômago agradeceu e pediu bis.

Para além desta sugestão que hoje vos trago, podem usá-lo em receitas comuns como o bacalhau espiritual, pratos de massa, pescada no forno, tartes e quiches, e por aí fora.

Com certeza, será uma opção a manter na despensa cá de casa.


A receita está disponivel aqui.







Post escrito em parceria com a Parmalat

01/10/2018

Vamos falar sobre o óleo de coco? | O Espaço da Nutricionista


Não sendo um tema que adore, há muitas pessoas com dúvidas sobre o óleo de coco, pelo que me parece interessante partilhar convosco a minha opinião sobre este assunto - mais ou menos - polémico.



Em primeiro lugar, é importante referir que as gorduras são um macronutriente tão importante como os outros e que o nosso organismo precisa delas para desempenhar algumas funções, como é o caso do bom funcionamento cerebral e a manutenção da temperatura corporal. No entanto, não precisamos de grandes quantidades.

Quanto às gorduras ou lípidos, existem três tipos. Os saturados, polinsaturados e monoinsaturados, variando o nome de acordo com a estrutura dos ácidos gordos que os compõem. Assim, devemos evitar a ingestão de gorduras saturadas e de gorduras trans, sendo que estas últimas são gorduras muito processadas. Mas esta parte, vamos deixar para outra conversa.

O óleo de coco é constituído por cerca de 80% de gordura saturada, o que faz com que resista a temperaturas mais altas mas também que esteja muito associado ao aumento de colesterol. Sendo uma gordura é, por excelência, um alimento calórico e que não deve ser consumido em grandes quantidades. Posto isto, tendo em conta as suas propriedades, também não há evidência para dizer que seja um alimento que ajude a emagrecer - como algumas teses defendem - e além disso, não apresenta nenhuma mais valia em detrimento do azeite. 


Se querem a minha opinião sincera, o óleo de coco é muito bom para hidratar a pele e o cabelo, mas para a alimentação devemos preferir o azeite, constituído por 75% de gordura monoinsaturada, saudável para o coração. Sempre, claro, moderando as doses. 
Equilíbrio é a palavra de ordem para todos os alimentos.


Catarina Trindade
Nutricionista | Todos P'ra Mesa

11/02/2018

Tosta quente de curgete grelhada com molho de caril


No início de dezembro decidi não comer mais carne. Não foi nenhuma promessa, não foi nenhuma obrigação. Foi apenas e só uma constatação: deixou de me apetecer carne - estava cansada de comer frango, peru e novilho -  e por isso retirei-a da minha alimentação diária.

11/03/2017

Bolas energéticas de alperce e caju

(Adenda: este post foi escrito e reescrito ontem, mas vou deixa-lo na ultima versao)
 
Escrevo-vos de Londres pos-jantar. Vim passar o fim-de-semana ca (espairecer precisa-se!) e, varios contratempos depois, consegui finalmente um computador onde posso redigir (ainda que sem acentuacao) umas linhas breves. Sao 23h38 e eu aqui, numa recepcao enorme, sozinha, a teclar com a rapidez que os meus dedos se permitem para publicar mais uma receita gulosa.
Esta frio la fora, jantei num dos restaurantes do Jamie Oliver (podem ver fotografias e videos no meu Instastories, mas vou falar sobre isso para a semana) e estou desejosa de subir para o quarto 321 para dormir umas 10 horas seguidas. Ao mesmo tempo, quero que a manha chegue depressa: tenho um Le Pain Quotidien do outro lado da rua e estou com muita vontade de calcorrear esta cidade incrivel onde ja nao punha os pes desde 2006.

Entretanto, vamos ao que interessa: estas pequenas maravilhas em formato de bolinhas comestiveis.
A receita foi retirada e ligeiramente adaptada do livro Receitas Saudaveis do Jamie (soa a idolatria, embora nao seja mais do que um mero acaso) e achei-a uma lufada de ar fresco porque foge, a leguas, da combinacao comum de cacau e tamaras.

Esta e' uma daquelas para guardar nos favoritos.






INGREDIENTES
100 g de cajus secos, sem sal
80 g de alperces desidratados
20 g de arroz puff (usei biologico, da Provida)
1 colher de café (rasa) de canela em pó 
1 pedaco de gengibre fresco ralado (cerca de 2/3 cms)
1 a 2 colheres de sopa cheia de mel
 
PREPARACAO
  1. Tostamos os cajus num frigideira anti-aderente sem gordura.
  2. Retiramos 40 g de cajus e trituramos no robot ate obtermos uma farinha fina. Reservamos num prato.
  3. Juntamos, agora, no copo do robot os restantes cajus, os alperces e o arroz puff e trituramos bem.
  4. Adicionamos a canela e o gengibre a batemos de novo.
  5. Por fim, acrescentamos o mel e envolvemos na velocidade maxima por mais um ou dois minutos ate que a mistura se comece a ligar.
  6. Com as maos humedecidas, formamos pequenas bolinhas e vamos colocando no prato com a farinha de caju. Assim que todas as bolas estiverem moldadas, agitamos o prato de modo a que a superficie das bolas fique coberta pela farinha.
Nota: aguentam-se alguns dias num frasco hermetico.
 
Tenham um optimo fim-de-semana (que eu vou tratar do mesmo!)
 
 

02/12/2016

Vencedor do passatempo "As Receitas de Natal do Jamie Oliver"


Quem vai levar para o quentinho de sua casa o magnífico livro com as melhores e irrepetíveis - ele diz que não fará mais livros destes - receitas de Natal do Jamie é a...

...

[rufar de tambores!]

...


Luísa Oliveira, de Soure!



Parabéns à Luísa, que será contactada via e-mail, e muito obrigada a todos os participantes :)

Entretanto, deixem-me dar-vos uma outra boa notícia: durante este mês, vou fazer duas receitas do livro e partilhá-las aqui convosco, para as poderem reproduzir também em casa. 
É o meu presente em forma de agradecimento por me (nos) lerem.

Tenham um óptimo fim-de-semana ♥



16/12/2015

Bifes de peru recheados com queijo de cabra e pêra



O peru é uma ave particularmente desconsiderada em Portugal. Não porque se coma pouco ou porque se cozinhe mal, não. 

O pobre do bicho tem um problema com a Língua Portuguesa – a que se diz e a que se escreve – desde que nasce até que se fina. 
No talho, perguntam-me se quero "bife ou peito de piru" e na montra já havia lido "perú" em letras garrafais e sonantes. Os meus olhos começam a tremer com estas coisas.

– "Quatro bifes, por favor". 
[Com "e" e sem acento, pensei para com os meus botões, que já não apertam].

27/11/2015

Bolinhos de batata-doce





Quis que o brunch tivesse um ou outro elemento surpresa – até para mim, que me aventurei naquela manhã por receitas nunca dantes testadas.

Não havia muito por onde correr mal, vamos ser sinceros. Poucos ingredientes, combinações prováveis... e (algum) medo, que não é coisa que se diga.
Cada um sem igual, ar rústico e pontas toscas. Cheira a conforto, grita por peixe, ervas frescas ou cítricos como a lima.
O diminutivo fica-lhe bem.

23/11/2015

Nuggets de frango (com crosta de aveia e parmesão) – Especial P3




A pensar – ou melhor, para evitar – (n)a quantidade de comida ultra-congelada que se compra nos supermercados preparei uma receita simples, deliciosa e muito mais saudável.

Panar os pedacinhos de frango com flocos de aveia confere-lhes uma textura crocante, o parmesão um toque guloso e a lima (que recomendo muito para acompanhar) um travo refrescante e ácido.
Tudo no forno, sem óleos gordurosos, e prontos em menos de nada.

13/11/2015

Salada de espinafres, abóbora assada e requeijão



Não me lembro de um Novembro tão soalheiro, tão doce. Sinto uma profunda leveza quando acordo e abro a persiana para o sol, não só porque o bom humor é logo assegurado, como pela inspiração que trazem dias destes. A transição entre estações é a minha estação preferida.

10/11/2015

Gomos de batata no forno, alcaparras e parmesão





É possível que esteja a criar uma adicção à batata após um largo período de quase negação. 
Enquanto, ontem, Jamie Oliver fazia um puré rústico de batata doce, malagueta e coentros, toda eu era júbilo.
Mais: o que me passou logo pela cabeça foi ir directa ao fogão e fazer um bacalhau à brás de batata doce ou uns bolinhos crocantes da dita, com maionese de lima e cebolinho para envolver e tornar tudo mais intenso. Eram onze da noite.

Ultimamente (será a gravidez?), se há comida que me apetece é batata, especialmente se for feita no forno. Crocante, estaladiça, bem temperada, decadente. Posso acompanhá-la com peixe, com carne e com nada. A ideia de ir picando só mais um pedaço faz-me salivar de imediato.

28/10/2015

Caril vegetariano de abóbora e grão [e outras boas notícias]



Nos últimos meses, paciência para cozinhar é coisa que não tem faltado. Estou mais tempo em casa (trabalho exclusivamente a partir daqui) e isso ajuda.
Porém, estar confinada a um único espaço tem tanto de bom como de mau. Dias há em que são duas da tarde e eu continuo em pijama, a editar imagens e a escrever; estou mais sujeita a ser interrompida (seja por pessoas, seja por ideias/desejos peregrinos de experimentar algo novo); a concentração é menor e o ritmo de trabalho tende a diminuir se não houver disciplina; também passo mais tempo sozinha (se bem que é raro aborrecer-me por causa disso).

25/10/2015

Dia Mundial das Massas

Antes de mais, uma pergunta em jeito de confissão: não têm, como eu, a impressão de que há dias para tudo? Uns realmente importantes, é certo; os outros acabam por cair no esquecimento tal é a miríade e a selectividade da nossa memória.

Não é o caso do dia de hoje.

O Dia Mundial das Massas celebra-se este domingo, dia 25 de Outubro, e é uma data institucionalizada desde 1998 pela International Pasta Organization.

Aqui, no Sweet Bigas, deixamo-vos quatro sugestões apetitosas para o passarem da melhor forma:


A massa por si só não engorda, mas tenham em atenção que a Associação Portuguesa de Nutricionistas recomenda que um adulto não ultrapasse o consumo de 70 gramas de massa crua por refeição. 


Boas experiências :)



16/10/2015

Massa de peixe e camarão (gratinada)


Cobri o Outono com as cores que mais gosto de lhe ver.

A comida de conforto para mim é isto: depois de vestir o pijama e calçar as pantufas, sirvo-me sem peso na consciência. 
Aqui, não há gorduras ou natas adicionadas (as boas massas não precisam de disfarces) e eu fiz tudo o que as mãos quiseram, em modo autómato e sem receitas previamente escritas ou imaginadas. 

04/10/2015

01/10/2015

Sweet News


Este mês, saímos do casulo e andamos a passear-nos numa das páginas da Time Out Porto.
Há por lá texto (para nos conhecerem melhor), fotografias e uma receita muito especial de Outono.


E o que terei eu preparado? Um bolo de abóbora e especiarias que não só é um dos doces que mais gosto nesta vida, como é muito simples de se fazer.
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