O dia deu lugar à noite e o Outono tem a nítida esquadria de um poema e de um postal.
As folhas caem, o frio corta, as palavras confortam.
Um banco de jardim, a ledania do vento, a lenha que crepita, uma brasa que não se extingue. O Natal ali ao fundo; mais um ano que se finda.
E as mãos nunca ficam vazias.

