07/01/2018

Tartes Caseiras | Novo livro de Linda Lomelino


Gosto muito, muito da Linda Lomelino por isso, quando saiu este livro, folheei-o com o entusiasmo habitual com que se olha para uma novidade.

É curioso ao mesmo tempo reparar que, tendo em conta a imensa volatilidade com que a informação chega e se dissipa, há quem tenha criado uma imagem tão forte e coerente que ninguém lhes exige que se reinventem. Para quê? Ou porquê? Não vale a pena tentar fazer diferente. Isto resulta na perfeição.

Em Tartes Caseiras - assim se chama o novo livro - há 152 páginas recheadas de sobremesas e mimos, mas também uma introdução que a autora designa por "Escola de Tartes" onde explica, por exemplo, como se prepara uma massa folhada, quebrada ou crumble, como se estende, como se pode conservar, como se faz uma cobertura treliça (ora aqui está uma coisa onde nunca me aventurei, mas que farei em breve), ideias para recheio e dicas para armazenamento.

Aparentemente, não há como falhar na nobre arte - acreditem que depois de verem o livro vão achar mesmo que se faz arte até com sobras de massa! - que é fazer uma tarte em casa.

Não será o livro ideal para quem tem como resolução de Ano Novo perder peso. Aqui não se contam calorias nem se fazem substituições de ingredientes por versões mais saudáveis. Mas são "AS" tartes da Linda Lomelino. Não queremos mudar a perfeição, lembram-se?


Por cá, estou muito indecisa se começo pela tarte de mirtilos com leitelho e limão, se pela tarte crumble de maçã com noz pecã, se pela tarte cremosa de coco. Ah!, também há a tarte de chocolate com manteiga de amendoim. 

Decisões difíceis.

A que for mais comentada, eu faço aqui no blogue. 




Se quiserem muito ter o livro em casa, podem sempre comprá-lo aqui, na livraria WOOK.

Bom domingo ♥ Que seja doce

18/02/2016

A Bigas (A)prova – DaTerra [With Love]


A apresentação é (quase) tão importante como a comida que servimos. E onde a servimos. E a DaTerra sabe isso muito bem.

Esta marca portuguesa de tableware é o resultado de cérebros criativos e de mãos precisas de artesãos que produzem e pintam cada uma das peças manualmente.
É da fábrica, em Alcobaça, que saem as canecas, os pratos rasos, os de refeição, as taças de massa e de cereais e as travessas que embelezam qualquer mesa; é dali que levam para várias partes do mundo (têm presença em mais de 30 países)  e tão bem  o nome de Portugal. 

Já por cá, as cerâmicas encontram-se à venda em lojas multimarcas, como na Loja de Serralves (no Porto), n' A Vida Portuguesa (em Lisboa), na Assucena (em Sesimbra) e na Sardinha Fresh (em Loulé). Não, (ainda) não vendem online (ohhhhh).



As peças estão aptas para os mais variados usos, desde ir ao forno a serem lavadas na máquina, mas devo ser sincera: o forno ainda não experimentei e tenho preferido a esponja. Nunca (con)fiando demasiado coisas tão bonitas a um electrodoméstico com pastilha. :)

O valor de venda ao público varia entre os €22,50 e os €55... mas o bom gosto ainda não tem preço – e nós só podemos agradecer.


Algumas das peças têm embelezado as minhas composições no Instagram, além de várias receitas aqui no blogue.
Mas não deixem de espreitar o site oficial para conhecerem todas as colecções.

11/11/2015

Farinhas Nacional | A Bigas (a)prova





Uma das tarefas mais ingratas nos bolos é o tempo que requerem na preparação. Quantas vezes não nos apetece uma fatia de bolo de maçã ou limão e desistimos só pelo facto de entre a vontade e o produto final precisarmos de uma a duas horas? Pior: e se não corre bem?
Ninguém quer servir bolos densos e pesados, que crescem desproporcionalmente no forno ou que ao fim de umas horas estão duros e pouco apetitosos. Os ingredientes que escolhemos fazem toda a diferença.

Uma melhores coisas da vida é quando ela se simplifica sozinha. E a mais do que completa gama de farinhas da Nacional é um bom arquétipo disso. 

Há farinhas com e sem fermento, farinhas próprias para pão, farinha sem glúten, farinha para aveludar molhos e cremes, farinha integral (a minha preferida para quiches, combinada com a super fina sem fermento), farinha para usos culinários diversos.

Lembro-me bem de ainda há bem pouco tempo procurar farinha sem glúten num qualquer supermercado de média dimensão e de não a encontrar.
É assinalável este esforço das marcas que procuram estar cada vez mais próximas do consumidor, que inovam tentando responder aos desafios e – muito importante! – que não apresentam preços escandalosos por isso.


No final desta semana, apresento-vos uma receita muito democrática, isto é, que pode ser consumida por pessoas com e sem intolerância ao glúten. Vocês escolhem a farinha que usam. :)




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21/10/2015

Esparguete com creme de abóbora, presunto e parmesão | A Bigas (a)prova #1


A Milaneza lançou recentemente a linha Natura, uma aposta inteligente na alimentação cuidada, seja por motivos de bem-estar ou de saúde, que inclui massas integrais (macarrão e esparguete), massas aptas para doentes celíacos (espirais e esparguete) e, ainda, massas que ajudam na redução do colesterol (hélices pró-vita).

Para esta receita, que dá início a uma rubrica de teste de produto, o esparguete sem glúten foi o eleito.


Convém dizer, antes de mais, que aqui em casa não sofremos de intolerância ao glúten, senão uma leve sensação de enfartamento e digestão demorada quando são consumidas doses maiores, especialmente ao jantar.

Assim sendo, aquilo que me propus a testar foram uma série de critérios como a confecção, o tempo de cozedura e, claro, o sabor final.

Idealizei um esparguete com creme de abóbora, presunto e parmesão, uma espécie de carbonara, mas sem natas. E – muito importante – convidei amigos, omitindo-lhes que iriam comer uma massa especial.
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